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quinta-feira, 22 de março de 2012

O início, o fim e o meio: Marcelo Nova relembra devoção, encontros e parceria com Raul Seixas


Os músicos Marcelo Nova e Raul Seixas, em foto tirada na década de 1980



Em outubro de 1988, o roqueiro baiano e fundador da banda Camisa de Vênus, Marcelo Nova, convidou o amigo Raul Seixas para voltar aos palcos depois de cinco anos de hiato. Raul andava mal das pernas, com a saúde debilitada pelo abuso do álcool, e sua carreira havia sido colocada no ostracismo. "Marceleza, será que eu estou em forma?", perguntou o maluco beleza a Nova. "Quem é rei não perde a majestade, Raulzito", devolveu o pupilo, que no ano que se seguiu embarcou com Raul em uma turnê pelo país que só se encerrou em 21 de agosto de 1989, dia da morte do ídolo e antevéspera do lançamento do primeiro e único disco em parceria da dupla.


Por ocasião do lançamento de "Raul - O Início, o Fim e o Meio", documentário sobre o cantor que estreia nesta semana nos cinemas brasileiros, o UOL convidou Nova para dividir essa e outras memórias de sua relação com Raulzito. Confira a seguir o depoimento exclusivo:


A primeira vez que vi Raul Seixas foi em Salvador, no início dos anos 60, no Instituto de Reabilitação da Criança Defeituosa, entidade idealizada e dirigida pelo Dr. Fernando Nova, meu pai, que no final de cada ano promovia uma festinha para crianças portadoras de poliomielite.


Lembro que numa delas, entre apresentações de palhaços e mágicos, repentinamente surgiram dois adolescentes. O primeiro trazia uma vitrola portátil numa das mãos e ainda empurrava um carrinho de bebê, no qual estava o outro garoto vestido de nenê, com mamadeira, chupeta e demais acessórios. O que estava em pé liga a vitrola, põe o disco "O Boogie do Bebê" e começa a fazer uma dublagem embalada por passos de rock n' roll e requebros "elvinianos".


Houve subitamente um breque musical e o "bebê" se ergue no carrinho, joga a chupeta no chão e balbucia qualquer coisa. O outro dá-lhe uma bofetada e segue dançando para a gargalhada geral de quem, assim como eu, assistia atentamente à performance. O que estava vestido de bebê chamava-se Waldir Serrão. O frenético dançarino de topete atendia pelo nome de Raul Seixas. Eram os sócios-fundadores do "Elvis Rock Clube" e tinham uns 16 ou 17 anos.


Ainda não sabia que Raul morava na Graça, o mesmo bairro que eu [em Salvador]. E foi lá mesmo, na Graça, que alguns anos depois aconteceu a FIT (Feira de Indústria e Tecnologia), onde vários stands anunciavam, promoviam e vendiam as novas "maravilhas": televisores, liquidificadores e fogões tinham as suas virtudes enaltecidas por belas garotas de minissaia, sentadas em convidativas poltronas e exibindo coxas que levavam garotos como eu ao êxtase.


Perto do final do expediente, porém, elas sempre terminavam saindo com alguém mais velho, o que, se por um lado frustrava, por outro era o sinal de que iria começar o musical de encerramento das atividades da feira com a melhor banda de rock n' roll: Raulzito e Os Panteras. 


Foi através deles que obtive meu primeiro contato imediato com o rock n' roll. Tinha já compactos e LPs de Little Richard, Elvis, Beatles e Stones, mas jamais havia visto nada disso ao vivo. Raulzito, vestido com um casaco de couro, tremia, dançava e se jogava no chão, provocando estranhamento em boa parte da plateia, habituada a performances mais corriqueiras. "Há muito tempo atrás, na velha Bahia, eu imitava Little Richard e me contorcia, e as pessoas se afastavam pensando que eu 'tava tendo um ataque de epilepsia'", diria ele em "Rock N' Roll", música que fizemos juntos em 1989. 



Os Panteras rosnavam e rugiam tanto que, no final do show, dezenas de garotas disputavam o privilégio de uma aproximação, desejando e ao mesmo tempo temendo ser mordidas. E eu voltava para a casa andando, com o coração acelerado, lembrando de cada momento e alegre por constatar que havia algo mais na Bahia além das fitinhas do Bonfim, acarajés e abarás.


De Raulzito a Raul, o porta-voz de domésticas, profissionais liberais e intelectuais
Alguns anos mais tarde, Raul se mudou para o Rio de Janeiro e eu só voltaria a vê-lo pela TV, no Festival Internacional da Canção, em 72, cantando "Let Me Sing, Let Me Sing". E foi logo depois, através de discos como "Krig Ha Bandolo", "Gita", e "Novo Aeon "que ele deixaria de ser Raulzito, o cantor de rock n' roll para tornar-se Raul Seixas, o compositor que imprimiu altas doses de pertinência, mordacidade, sarcasmo, reflexão e inteligência no texto da música brasileira. 


Sozinho, ou em parceria com Paulo Coelho, escrevia para um público heterogêneo (empregadas domésticas, profissionais liberais e intelectuais incluídos). E, como um caso único, fazia-se não só compreender, mas também o mais importante, dava a chance ao ouvinte de compartilhar e se identificar com o que era dito. Não era ingênuo como o rock que o antecedeu nem tão pouco partilhava a pseudo-poesia de lugares-comuns (com raras exceções) da MPB da época.


Seus shows transformaram-se no despacho literal da bagagem libertária que trazia dos anos 60. Em 1976, na concha acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador, durante uma apresentação, Raul despe-se no palco. "Essa é minha terra, e nela fico do jeito que quero." Incontinente, manda o público jogar fora as carteiras de identidade. "Não existem fronteiras na Terra que transformem seres humanos em números", dizia Raul, provocando uma verdadeira chuva de cédulas verdes e uma terrível dor de cabeça em quem precisasse delas nos dias seguintes.


A essa altura a parceria com Paulo Coelha já havia esfriado, mas Raulzito, agora ao lado de Cláudio Roberto, continuava emplacando hits que se tornariam clássicos como "Maluco Beleza", "Aluga-se" e "Rock das Aranha". Esta última, no período de seu lançamento, em 1980, foi proibida de execução em rádio.


Encontro no Circo


Nessa época, eu já havia formado o Camisa de Vênus e em 1982 iria com a banda para o Rio de Janeiro, onde havia uma cena incipiente com novos grupos que surgiam de vários cantos do país. E o local obrigatório para todos se apresentarem era o Circo Voador. Foi lá, numa noite no final de 1983, que o Camisa de Vênus se apresentou em uma casa não muito cheia, mas com um convidado muito especial na plateia.


Maria Juçá, que produzia todos os eventos e até hoje comanda o Circo Voador, me disse no camarim que Raul Seixas tinha acabado de chegar pois queria me conhecer. Como ele costumava ironizar todo o rock brasileiro, achei que ela estivesse brincando. Não estava. Ele chegou, ela nos apresentou e no final do meu set, com a maior cara-dura, convidei-o ao palco. Para minha surpresa (eu achava que ele não iria topar) e indescritível satisfação, ele entrou vestido de jeans e com uma enorme bota de cowboy até os joelhos.


Tocamos um medley de rock dos anos 50, "Be Bop A Lula", "Blue Suede Shoes", "Whole Lotta Shakin' Going On" e no final apertamos as mãos. Um ano depois, em São Paulo, fui no camarim de um show que ele havia feito, conversamos, trocamos endereços e, a partir daí, estabeleceu-se entre nós uma relação de amizade que perduraria até sua morte.


Neste período ele, que já havia lançado o disco "Metrô Linha 743" (cuja música título e letra desconcertante e surreal até hoje me provoca uma estranha sensação de desconforto ao ouvi-la), afastou-se dos palcos com a intenção de dedicar-se apenas a trabalhos de estúdio: "Esse negócio de show é doideira. Nego quer me pagar, me esticar, me matar. Eu não sou John Lennon e tenho medo de levar um tiro lá em cima. No estúdio eu gosto mais. Posso ficar que nem o Professor Pardal fazendo minhas experiências."


Back to Bahia


Em 1987, ambos morando em São Paulo, saiu nossa primeira parceria, "Muita Estrela, Pouca Constelação", que cantamos juntos no último disco do Camisa. Depois do final do grupo empenhei-me na formação de minha nova banda, Envergadura Moral, e na gravação do meu primeiro disco solo. Como Raul também estava envolvido com seu disco "A Pedra do Gênesis", ficamos alguns meses sem nos ver.


Finalmente, numa noite de outubro de 1988, saímos para jantar e o convidei para ir até a Bahia, onde eu faria dois shows. Como ele havia encerrado o quinto casamento e estava bastante abatido, pareceu-me que uma viagem seria boa para o espairecer. Ao chegarmos em Salvador, ele havia decidido que chegara o momento de quebrar uma abstinência de cinco anos de palco:


- Marceleza, será que eu estou em forma?

- Quem é rei não perde a majestade, Raulzito.


Quando finalizei o meu set e o anunciei, a plateia veio literalmente abaixo, pulando o fosso que a separava do palco. Era a volta do precursor do rock brasileiro em texto e atitude. Do cara que hipnotizava multidões. De um rebelde verdadeiro que ironizava o sistema, que provocava e também convocava seu público a pleitear uma sociedade alternativa a se desenvolver no âmago de cada um.


Encerrado o show, estávamos todos tão contentes, ele, eu e a essa altura nossa banda, a Envergadura Moral, que resolvemos fazer mais uns dois ou três shows juntos para vermos como ficava. Os dois ou três vieram rápido, e com eles a vontade de fazer mais. A cada show, apesar do visível estrago que muitos anos de álcool ininterrupto fizeram no seu organismo, debilitando-o e dificultando a sua locomoção, eu me emocionava descobrindo, naquela face precocemente envelhecida, o rosto do garoto que me fez vibrar e acreditar que eu também encontraria o meu caminho.


Estar ali com ele compartilhando o mesmo palco tinha para mim um significado único: não era apenas a junção de dois artistas de gerações diferentes que celebravam suas afinidades através da linguagem comum do rock n' roll. Era o meu passado que se encontrava com o meu presente 25 anos depois, fazendo com que o caos da estrada, a solidão dos quartos de hotel, o desconforto dos ônibus e aeroportos, o amargo dos chocolates e cafés e as imagens fragmentadas da noite anterior fizessem sentido.


A essa altura, já tínhamos várias músicas em parceria, e quando surgiu o convite de Andre Midani, então presidente da Warner do Brasil, para gravarmos um disco juntos, Raul me disse: "Somos nós dois. Vai ser a panela do diabo, Marceleza..." E assim foi. Gravamos o disco em um mês e, à medida que nos aproximávamos do fim, íamos nos certificando de que este era um trabalho que iria ficar. Faltavam apenas dois dias para o lançamento quando fomos surpreendidos pela sua morte.


Raul foi um artista que em vida sempre se expôs, sempre se posicionou, que cometeu todos os excessos possíveis e também os inimagináveis, que vivia o que cantava e cantava como vivia, sem ter tempo para as previsíveis estratégias de marketing que ainda hoje dominam o mercado fonográfico. Através dele, milhões de pessoas tiveram a oportunidade de confrontar a arte em seu sentido mais amplo - impactante, corrosiva, febril e passional. Levou às últimas consequências o "faz o que tu queres" e pagou o preço pois, no final, ele sabia que "há de ser tudo da Lei".


* Marcelo Nova, 60, é cantor e compositor. Trabalhou como radialista, crítico musical e, nos anos 80, fundou a banda de punk rock Camisa de Vênus, em Salvador, com a qual se apresenta esporadicamente até hoje. Em 1989, lançou o disco "A Panela do Diabo", com Raul Seixas.


Fonte: www.uol.com.br



Justin Bieber leva surra e aparece ensanguentado em revista

Ensaio fotográfico foi feito para edição de 10 anos da revista Complex

Justin Bieber levou uma bela surra para estampar a capa de 10 anos da revista americana Complex. Realizando o sonho dos anti-beliebers, a publicação fez um esnaio polêmico com o cantor, mostrando Justin como um juiz de boxe que acaba apanhando dos lutadores. Nas fotos, Justin aparece sendo socado, de olho roxo e com muito, muito sangue derramado.

O ensaio fotográfico mais "agressivo" foi feito para marcar a nova fase do cantor, que prometeu um álbum mais "maduro", "Believe", para o meio do ano. Veja fotos e o making of do ensaio:






Fonte: multishow.globo.com


quarta-feira, 21 de março de 2012

11 Curiosidades sobre Sexo



1. No Peru, existe um partido político exclusivo para gays, prostitutas, transexuais, travestis e lésbicas.



2. Na Espanha, surgiu um aparelho comandado por computador, para provocar orgasmos em homens, e está para lançar um protótipo para mulheres...


3. No Sri Lanka, rapazes de 16 a 19 anos são abordados por senhoras europeias ricas, que pagam para ficar hospedadas na casa das respectivas famílias, dormindo nos seus quartos.


4. Na Alemanha foi inaugurado um "museu do erotismo", chamado "Mundo das Fantasias Eróticas", com uma área de 1.800m2 e 3.000 objetos em exposição.


5. Na Inglaterra, um fabricante produziu um "boneco gay" de 32cm, que se tornou um enorme sucesso de vendas na Europa e no Japão.


6. Uma empresa americana criou uma boneca de silicone de 5 mil dólares para a prática do sexo. Num ano e meio foram vendidas mais de cinco mil unidades. Um artigo sobre a boneca dizia: "Mulheres lindas e obedientes, que não gostam de conversar sobre a relação e aceitam sexo sem envolvimento. uma fantasia de milhões de homens neste início de milênio pode ser satisfeita com facilidade."


7. A tribo Caramoja, do nordeste do Uganda, amarra um peso na ponta do pênis para alongá-lo. Às vezes, o membro fica tão comprido que o dono tem de enrolá-lo para cima.


8. O clássico da literatura indiana, "O Jardim Perfumado", conta a história de um homem que ficou com o pênis ereto durante 30 dias, sem parar, só a comer cebola. O "Kama Sutra" diz que "muitos ovos fritos na manteiga e depois mergulhados no mel fazem o membro ficar ereto por uma noite inteira".


9. Os aborígenes do deserto do Kalahari têm o pênis semi-ereto o tempo todo.


10. Embora as mulheres fiquem 30% mais ativas sexualmente durante a lua cheia e prefiram fazer amor às 11 horas da noite, o estrogênio e a testosternona atingem o seu pico ao cair da tarde.


11. Os antigos Egípcios já usavam preservativos, no entanto o método de contracepção mais utilizado era um supositório vaginal feito mel e língua de crocodilo.

Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com




terça-feira, 20 de março de 2012

Presidente vencedora do Nobel da Paz defende lei que pune gays

Ellen Johnson Sirleaf, presidente da Libéria, defendeu uma lei que criminaliza atos homossexuais em seu país 

A presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, uma das vencedoras do Prêmio Nobel da Paz de 2011, defendeu uma lei que criminaliza atos homossexuais em seu país, dizendo que "nós gostamos de nós mesmos do jeito que somos". Sirleaf concedeu uma entrevista ao jornal The Guardian com o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, que lidera uma fundação de ajuda a países africanos.
A legislação liberiana pune a "sodomia voluntária" com até um ano de prisão, mas dois novos projetos de lei que têm os homossexuais como alvo permitiriam sentenças muito mais duras. "Nós temos certos valores tradicionais em nossa sociedade que nós gostaríamos de preservar", afirmou Ellen Johnson Sirleaf. Tony Blair, que visita a Libéria como fundador da Africa Governance Initiative (Iniciativa Governança da África, em tradução livre), se recusou a comentar as afirmações da presidente.
Quando questionado se bons governos andam lado a lado com os direitos humanos, o ex-primeiro-ministro britânico disse: "eu não vou responder sobre isso". "Uma das vantagens de fazer o que eu faço hoje é que eu posso escolher os assuntos nos quais eu me envolvo e os assuntos nos quais eu não me envolvo. Para nós, as prioridades estão em energia, estradas, oferta de empregos", afirmou Blair.
Durante os 10 anos nos quais atuou como primeiro-ministro do Reino Unido, de 1997 a 2007, Tony Blair lutou pela igualdade jurídica dos gays, pressionando leis sobre união civil, levantando a proibição de homossexuais nas forças armadas e reduzindo a idade para consentimento de gays para 16 anos. Católico convertido, ele pediu que o Papa repensasse suas visões "entrincheiradas" e oferecesse direitos iguais para gays e lésbicas. Mas os direitos dos homossexuais, ele disse, não eram algo que ele estava preparado para discutir como conselheiro de líderes africanos.
Não há registros recentes na Libéria de condenações pela lei da "sodomia voluntária", segundo relatório do departamento de Direitos Humanos do governo dos Estados Unidos. Entretanto, ativistas antigays propuseram duas novas leis que levariam o combate aos homossexuais muito mais longe. Uma delas mudaria o código penal para tornar uma pessoa culpada de crime de segundo grau se ela "seduzisse, encorajasse ou promovesse outra pessoa do mesmo sexo a se envolver em atos sexuais", ou "propositalmente se envolvesse em atos que levassem ou tendessem a levar outra pessoa do mesmo sexo a ter relações sexuais". A pena prevista é de até cinco anos.
O segundo projeto de lei - elaborado por Jewel Howard Taylor, ex-mulher do ex-presidente liberiano Charles Taylor - tornaria o casamento gay um crime com pena de até 10 anos de prisão. Jewel Howard Taylor disse aoThe Guardian que "(a homossexualidade) é uma ofensa criminal, é não-africano". "É um problema em nossa sociedade. Nós consideramos que um comportamento sexual desviante é um comportamento criminoso", afirmou ela. "Nós estamos apenas tentando reforçar nossas leis locais. Não é uma tentativa de banir os homossexuais", disse Jewel Howard Taylor.

Fonte: http://noticias.terra.com.br

segunda-feira, 19 de março de 2012

JÁ NAS BANCAS!




"Ele é o CEO do país, e salvou o país. Ele é o único verdadeiro super herói americano que eu consigo pensar"


Autor de "Abraham Lincoln: Vampire Killer" diz que ideia surgiu do sucesso de "Crepúsculo"

Cena do filme "Abraham Lincoln: Vampire Killer" 
Autor do livro "Abraham Lincoln: Vampire Killer", Seth Grahame-Smith disse que a ideia da história surgiu quando estava divulgando um de seus livros em uma loja e o país estava não só comemorava o bicentenário do ex-presidente, como também vivia a febre inicial da saga "Crepúsculo". "Pensei cinicamente, se você combinar essas duas coisas, pode conseguir algo", disse durante painel da feira de cultura pop Wonder Con, que ocorre em San Diego. 
"Esta é realmente uma história de um super herói", disse. "Ele é o CEO do país, e salvou o país. Ele é o único verdadeiro super herói americano que eu consigo pensar", completou. 
Apesar de ter assumido ter se inspirado no romance de Stephenie Meyer, ele brinca com a plateia sobre o filme. "Eu não odeio 'Crepúsculo'. Tenho muito respeito por Stephenie Meyer... é bom para o cinema, é bom para a literatura", diz. "Quer dizer, nossos vampiros não brilham", brinca. 



sexta-feira, 16 de março de 2012

Porque será que GLEE virou uma febre no mundo todo?


Glee é uma série de televisão de gênero comédia musical, produzida pela Fox. É focado em apresentações de colégio, chamado de glee club. A série foi lançada em 19 de maio de 2009 nos Estados Unidos e aqui no Brasil em Novembro pelo canal Fox. A série foi criada por Ryan Murphy (o mesmo de Nip/Tuck), Brad Falchuk e Ian Brennan e é tida como a sucessora de Popular pelos críticos, devido a linguagem muito parecida que Murphy usa em ambas.

Sinopse: O professor de espanhol Will Schuester, tem como objetivo reerguer o Glee Club (o coral da escola McKinley), mas isso não vai ser nada fácil, devido à baixa reputação que ele teve após alguns incidentes do passado. Por isso, ele vai precisar de toda a ajuda possível, e é aí que entram Rachel e Finn, dois estudantes muito populares e praticamente opostos, mas que vão conseguir fazer com que o coral seja um sucesso!


Elenco: 

Matthew Morrison … Will Schuester 
Lea Michele … Rachel Berry 
Cory Monteith … Finn Hudson 
Jayma Mays … Emma Pillsbury 
Jane Lynch … Sue Sylvester 
Amber Riley … Mercedes Jones 
Chris Colfer … Kurt Hummel 
Kevin McHale.. Arty Abrams 
Jenna Ushkowitz … Tina Cohen-Chang 
Jessalyn Gilsig … Terri Schuester 
Mark Silling … Puck 
Dianna Agron … Quinn Fabray

Curiosidades: Apenas um artista não liberou suas músicas para o Glee, Bryan Adams. No começo,Coldplay também não havia liberado, mas depois de vários pedidos de fãs eles permitiram que suas canções fossem usadas na série. 

O elenco de Glee já foi á Casa Branca cantar para o presidente Barack Obama.

Sites: www.fox.com/glee/
canalfox.com.br/br/series/glee




quinta-feira, 15 de março de 2012

“I Love You But I’ve Chosen Rock” by Olaf Heine

Olaf Heine é um famoso fotógrafo alemão. Famoso por seus retratos em preto e branco de celebridades, ele publicou dois livros com as suas fotografias. Ele já filmou muitos artistas como Iggy Pop, Bon Jovi, Sting, Rammstein ou Coldplay, mas também trabalhou com outras celebridades, como Thierry Henry, Don Cheadle e EastonEllis Breat. Um de seus livros é intitulado “I Love You But I’ve Chosen Rock” e compila as suas melhores fotografias na indústria do rock. Encontre uma seleção delas aqui:


















Fonte: www.whitezine.com


quarta-feira, 14 de março de 2012

Britânica recebe R$ 70 mil por ano para testar brinquedos sexuais



Nat Garvey trabalha com prazer. Ela é contratada para testar brinquedos sexuais. E ganha o equivalente a 70 mil reais por anos para fazer os seus testes de produtos bem variados.
Segundo a britânica de 24 anos, ela já testou mais de mil brinquedos adultos para uma empresa online: vibradores, roupas de PVC, calcinhas picantes... 
"Em vez de estar cercada de suprimentos e computadores o dia todo, eu tenho pilhas de brinquedos sexuais para usar. Eu represento mulheres normais que, como eu, necessitam desses brinquedos", disse a solteira Nat, segundo o "Sun".

"Minha família e os meus amigos sabem o que faço. Meus amigos dizem que eu tenho o melhor trabalho do mundo", acrescentou.

Cerca de quatro milhões de acessórios eróticos são vendidos no Reino Unido a cada ano. E o interesse por eles não para de subir.


Especialistas afirmam que podem ter achado obra de Leonardo da Vinci

Especialistas anunciaram nesta segunda-feira (12) que acreditam ter encontrado rastros de uma obra inacabada que atribuem ao gênio italiano do renascimento Leonardo da Vinci, em uma coletiva de imprensa em Florença, na Itália.

Estes rastros foram encontrados graças a microcâmeras colocadas através de uma obra de Vasari, que se encontra no famoso Salão dos Quinhentos do Palazzo Vecchio, símbolo do poder da família Médicie e atualmente sede da prefeitura de Florença. Segundo os especialistas, seria a mesma tinta preta utilizada por Da Vinci para pintar La Gioconda.

Banner mostra pintura atribuída a Leonardo da Vinci, durante entrevista em Florença, na Itália (Foto: AFP)

  "São dados estimulantes, mesmo quando estamos apenas em uma fase preliminar da investigação e há muito trabalho para resolver o mistério. As provas nos sugerem que vamos pelo bom caminho", advertiu o professor de História da Arte da Universidade de San Diego, Maurizio Seracini, impulsionador da investigação.
A investigação gerou controvérsia na Itália. Cerca de uma centena de historiadores assinaram um manifesto no qual denunciaram o que chamaram de "operação publicitária ao estilo Dan Browm", autor do best-seller "O Código Da Vinci". Os historiadores também temem que as microssondas utilizadas por Seracini tenham danificado o afresco de Vasari, pintado em 1563, chamado de "Batalha de Marciano".
Autoridades culturais de Florença, entre elas a Oficina das Pedras Duras, uma entidade especializada na restauração de pinturas, estão convencidas de que Vasari pintou seu afresco em cima da pintura inacabada de Da Vinci. Por enquanto não existem provas definitivas da descoberta e serão necessárias mais análises, reconheceram os mesmos especialistas.

Fonte: http://g1.globo.com





Quem disse que um casal precisa ser feito de dois?!



Foto: Os sonhadores (2003), de Bernardo Bertolucci

Nos acostumamos com o usual e olhamos feio para o diferente. Acontece assim com tudo na nossa vida. Basta observar, por exemplo, a razão para termos medo de um inseto estranho que entra na nossa casa – você sabe que o bichinho é milhares de vezes menor que você e, portanto, muito mais indefeso, e mesmo assim fica com medo, quer matá-lo, fica incomodado com sua presença. Isso acontece em uma escala diferente com pessoas que escolhem se relacionar de formas alternativas. Algum dia, determinaram que um relacionamento teria que ser feito de duas pessoas. Pessoas que escolhem viver fora desse padrão são muitas vezes vistas como extra-terrestres. Mas se você colocar por um minuto seus PRÉ-conceitos de lado e pensar qual mal há nisso, provavelmente não vai encontrar muitas razões. Isso não significa que devemos todos abandonar nossas duplas e viver relacionamentos grupais, mas precisamos de uma vez por todas entender que as pessoas têm direito de escolha – sem apelar para velhos argumentos de que Deus fez assim, de que na natureza é assim que funciona. Um relacionamento que funciona de verdade, é aquele no qual as pessoas envolvidas estão felizes.Nos acostumamos com o usual e olhamos feio para o diferente. Acontece assim com tudo na nossa vida. Basta observar, por exemplo, a razão para termos medo de um inseto estranho que entra na nossa casa – você sabe que o bichinho é milhares de vezes menor que você e, portanto, muito mais indefeso, e mesmo assim fica com medo, quer matá-lo, fica incomodado com sua presença. Isso acontece em uma escala diferente com pessoas que escolhem se relacionar de formas alternativas. Algum dia, determinaram que um relacionamento teria que ser feito de duas pessoas. Pessoas que escolhem viver fora desse padrão são muitas vezes vistas como extra-terrestres. Mas se você colocar por um minuto seus PRÉ-conceitos de lado e pensar qual mal há nisso, provavelmente não vai encontrar muitas razões. Isso não significa que devemos todos abandonar nossas duplas e viver relacionamentos grupais, mas precisamos de uma vez por todas entender que as pessoas têm direito de escolha – sem apelar para velhos argumentos de que Deus fez assim, de que na natureza é assim que funciona. Um relacionamento que funciona de verdade, é aquele no qual as pessoas envolvidas estão felizes.


"My Week with Marilyn"


A estreia é 27 de abril de 2012



Sinopse - "A musa Marilyn Monroe (Michelle Williams) está em Londres pela primeira vez para filmar “O príncipe encantado”. Colin Clark (Eddie Redmayne), o jovem assistente do prestigiado cineasta e ator Laurence Olivier (Kenneth Branagh), sonha apenas em se tornar um diretor de cinema, mas logo viverá um romance com a mulher mais sexy do mundo. O que começa como uma aventura amorosa mudará a vida do ainda inocente Colin e revelará uma das várias facetas de um dos maiores mitos do século XX."

 Com 3 indicações ao Globo de Ouro (incluindo melhor atriz), a produção estreia dia 10 de fevereiro nos cinemas.



segunda-feira, 12 de março de 2012

Lust for Life: Espetáculo Pornô Falcatrua em cartaz!!!

Em uma espécie de teatro onírico, os personagens desfilam seus vícios, desejos, rancores, sonhos e delírios. O espetáculo é baseado no livro Pornô, de Irvine Welsh, uma continuação do polêmico livro Trainspotting, que se tornou um clássico do cinema contemporâneo ao ser adaptado e levado às telas por Danny Boyle, em 1996.



Pornô mostra a vida dos desvirtuados personagens dez anos após a trama passada em Trainspotting, quando eles seguem à beira da marginalidade, envolvidos em trapaças e trambiques movidos a sexo, drogas e rock and roll: a ideia da trupe, ou melhor, de Sick Boy (Sérgio Guizé, em ótima atuação) é, como indica o título da peça, criar uma produtora de filmes pornôs. Sick Boy, aliás, lembra o personagem de Al Pacino em Scarface (1983), o traficante Tony Montana, tanto no figurino quanto no hábito de enfiar o rosto em uma montanha de cocaína.
Os atores, vale destacar, atuam com entrega e paixão, como pede o texto. A direção de Gustavo Machado traz elementos de vídeo, dança e teatro, e flui de maneira precisa, no limite entre a informalidade que permeia a encenação e a precisão de se levar a cabo um projeto tão livre e inusitado em sua apresentação.
Um detalhe que colabora com a singularidade do espetáculo é o fato de ser encenado no Studio SP, que, na verdade, não é um teatro propriamente dito: com uma pista de dança no centro, um coreto onde bandas e artistas da cena independente se apresentam em uma das extremidades, e um bar na outra, permite uma interação entre atores e plateia. Tudo é cenário. Inclusive o público, que fica acomodado entre cadeiras e poltronas espalhadas pelo ambiente, e também nas arquibancadas móveis instaladas.
Aos poucos os atores entram em cena, misturando-se à plateia, numa interação pulsante, ora com sorrisos, provocações e danças sobre cada um dos pequenos pulpitos que formam o cenário, ora com cenas antológicas, como os monólogos de Spud (Fábio Okc) e uma hilária orgia movida a pênis de borracha e estrelismos do diretor que a filmava.
Desejo de liberdade, quebra de padrões, ojeriza a róulos, desmistificação do sexo, arrependimento, emoção, gozo: lust for life.


Vá com o coração aberto e ânimo redobrado, pois depois da peça as cadeiras são retiradas, o cenário desfeito e tem vez uma balada, comandada por dois dos integrantes do elenco
(Abhiyana e Fábio Ock).
O elenco é completado por Ana Nero, Fernando Fechhio, Pablo Sgarbi, Ravel Cabral e Sofia Botelho.

Pornô – Falcatrua Nº 18.633

Até 28 de março de 2012
Studio SP – Vila Madalena
R. Inácio Pereira da Rocha, 170
Às quintas-feiras, às 22h

Ingressos: R$ 40 (porta) / R$ 20 (lista)


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

"Que Enche Uma Cama!"

A atriz Christina Hendrix
Pode parecer que as modelos e atrizes plus size (ou seja, tamanhos maiores, mulheres grandes) emergiram recentemente. Mas, é claro, observando superficialmente a história da arte, já percebemos que este padrão corporal sempre foi retratado e admirado em diversas áreas.
Homens mais antigos costumam mencionar parâmetros como "Mulher boa é a que enche uma cama!" se referindo ao espaço que o corpo feminino ideal deveria ocupar.

Em tempos de ditaduras de beleza e padrões de magreza forçados, as mulheres que ousam expor suas - muitas! - curvas e formatos acabam sempre nos saltando aos olhos.
Há autores que defendam até mesmo o extremo de que homens em geral preferem as curvilíneas!

O importante, na verdade, é que todas tenham liberdade para explorar sua sensualidade, independentemente do tamanho de jeans que vestem.
Afinal, a variedade é sempre uma vantagem para os mais diversos admiradores.
Adahlia, do site Burning Angels.


E que tal curtir uma seleção dessas beldades que não tem medo de se deliciar com os prazeres da vida?
O tumblr Gostosa, que brinca com a ideia de gostosas se acharem gordas, por exemplo, recebe fotos ousadas de mulheres comuns - se é que pode-se chamar de comum formas tão fantásticas - e gera suspiros de marmanjos durante páginas e páginas. E aí, quem é que disse que tem que ser magra?